BIBLIOTECAS ESCOLARES DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL VICENTE - GUIMARÃES

terça-feira, 28 de junho de 2016

Finalistas - CEU













ENTREGA DE PRÉMIOS -BE

Final de ano no CEU

Alguns desses momentos

A linda coreografia - Pré-escolar

Representação - 3º ano
(D.Tão Parlapatão) 









4ºano em homenagm à professora Matilde


Vamos despoluir...

Alunos do 3º ano da Quinta do Vale apresentam,à comunidade, o resultado do trabalho realizado no âmbito do referencial Aprender com a biblioteca escolar, Tema: poluição; obra,
A Lenda do Rio Ave e da Serra da Cabreira



Aconteceu na EB1/JI da Quinta do Vale:


Todos participaram até os pais dos meninos do pré-escolar ajudaram os seus meninos a lerem,

O quarto ano dançou imenso e  o terceiro ano representou D. Tão Parlapatão...e também dançaram                                                                      


O Primeiro ano interpretou o "antes e o depois" 
Muita energia e talento na passagem pelo mundo das tradições...4ºano





terça-feira, 14 de junho de 2016

Comemorar Gil Vicente

video

E se fosse eu...

     Exma Família,
     Escrevo esta carta para convidar a vossa família a vir para Guimarães, deixando o país onde estão e livrarem-se da guerra.
    Guimarães, é a minha cidade berço, é uma cidade muito bonita, tem vários jardins com variadas flores e imenso espaço para conviver e passear.
    Também temos como vestígios de acordo com a História do passado, o Castelo de Guimarães, uma belíssima estátua de D. Afonso Henriques, o nosso primeiro Rei, o Paço dos Duques …
    No centro de Guimarães existe o Toural, um sitio com muitos bancos para descansar.
    Existe também o Centro Cultural de Vila Flor e a Universidade do Minho que são locais onde se pode assistir a teatros, concertos, espetáculos…Perto do Largo da Oliveira o nosso Centro Histórico existe a Biblioteca Municipal de Guimarães, Raúl Brandão.
    Nesta cidade também existem muitas escolas para os vossos filhos estudarem.
    Se receberem esta carta, espero que aceitem vir para a minha cidade.
Com os melhores cumprimentos,            
                                                   Um amigo
P.S: Guimarães está preparado para vos receber (casa, alimentos, vestuário, trabalho).

Beatriz Barro, Nº 3, 5ºA

Se fosse eu levaria na minha mochila:
- Todo o meu dinheiro
- Telemóvel e carregador
- Roupa suplente
- Sapatilhas
- Garrafa de água
- Pacotes de bolachas
-Fotografias de família
- Um saco cama
- Um diário e um lápis/Caneta
- Pensos rápidos
- Produtos de higiene
- Mapa e bússola
- Lanterna
- Mala de primeiros socorros
- Passaporte 
- Identificação
- Pilhas suplentes
Alice, nº 1, 5ºC


Se eu fosse um dos refugiados e tivesse de sair do meu país por causa da guerra, o que levaria n a minha mochila?
 Na minha mochila levava uma muda de roupa, uma manta bem quentinha, um par de sapatilhas, roupa interior, alimentos e fotografias da minha família. Levava estas coisas, porque, são as coisas essenciais para viajar durante vários dias.
 Não acham que essas pessoas que são chamadas de “refugiados″ deviam ter a vida como a nossa?
 Eu acho que essas pessoas deviam ter as mesmas condições que nós porque somos todas iguais.Devia haver paz e sossego no seu país.
 Na minha opinião, a vida deles é muito complicada e eu não gostaria de estar no seu lugar.
Elísia Martins, Nº8, 5ºA 

Se fosse eu no lugar de um refugiado seria difícil, para mim, sobreviver com poucos bens, mas se eu estivesse no lado deles levaria uma mochila com:
- Algum dinheiro;
- Uma garrafa de água;
- Alguma comida;
- Uma camisola;
- Umas calças práticas;
- Umas sapatilhas;
- Toalhitas;
- Documentos;
- Um saco cama;
- E um álbum de fotografias.
O dinheiro serviria para comprar algumas coisas, como alimentos ou outros bens. A garrafa de água para beber e a comida para comer. A camisola, as calças e as sapatilhas para vestir. As toalhitas são para o caso de me sujar. Os documentos seriam para me identificar se mos pedissem. O saco cama era para dormir. E o álbum de fotografias, com fotos de família e amigos, para recordar a minha infância e os bons momentos.
Ainda bem que não sou um deles, pois se fosse terei uma vida triste.
José Rui Silva Teixeira, Nº 12, 5ºA

Se eu fosse um refugiado, na minha mochila colocaria pelo menos uma garrafa de água para não ficar desidratada. Colocaria também um pacote de bolachas ou outros alimentos de conserva para me alimentar. No caso de ter frio colocaria uma manta ou um casaco quente, um fato de treino, alguma roupa interior e umas sapatilhas porque podia ter que caminhar muito a pé. Por fim, colocaria alguns produtos de higiene, alguns medicamentos, a minha identificação, a minha identificação, a minha recordação de criança que é a minha boneca e um gel de banho para me manter minimamente limpa.
Martinha, Nº 16, 5ºA 

Se eu fosse um refugiado levaria na minha mochila apenas as coisas essenciais e que seriam:
. uma muda de roupa, no caso de me sujar;
. um carregador de telemóvel, se ficasse sem bateria e, claro um telemóvel;
. um cobertor para me aquecer naqueles dias mais frios;
. comida que tivesse um prazo grande de validade, para me alimentar e água para beber;
. os documentos no caso de precisar de sair do país;
. pensos rápidos e medicamentos, se me ferisse ou adoecesse ;
. Toalhitas para me limpar;
. um pente, para escovar o meu cabelo;
Espero que não tenha que fazer esta mochila, pois isso, seria um mau sinal e que o país estaria em perigo.
Ana Carolina Leite Antunes, nº 1, 5ºD
Se fosse comigo, se estivesse no lugar de um refugiado na minha mochila levaria: o meu telemóvel para me manter em contacto com a minha família; levaria bolachas, leite, água, fruta e uns doces para me manter com energia; levaria a minha carteira com dinheiro para comprar alguma coisa; levaria a minha camisola do Vitória, um fato de treino e uns ténis.
 Não me poderia esquecer dos meus amuletos da sorte, que me acompanham sempre que vou de viagem, que são: um urso e um leão, que com toda a certeza me dariam mais segurança. Levaria uma fotografia da minha família para que nos momentos mais difíceis olhasse para eles para me dar força para continuar.
É claro que tudo isto é um “se″ pois na realidade não sei se seria isto que levaria pois imagino que num momento de tanta aflição, como os refugiados estão a passar, não temos a lucidez para preparar a melhor mochila para a viagem. Espero que nunca seja eu.
João Pedro Pereira Correia, nº7, 5ºD

Bem, é bastante complicado pormo-nos no lugar de um refugiado,  mas podemos imaginar. Muito provavelmente, no momento de fazer a mochila, pegaria em tudo o que me viesse parar à frente, porém, sendo mais racional levaria alguns, mas poucos medicamentos, uma muda de roupa, água e alguma comida. Mas, mais difícil que isso, seria ter de deixar o meu lar, o meu doce lar; as lágrimas corriam nos olhos, a enorme tristeza sentida no coração. Eu espero, que todos aqueles que ficaram sem casa e estão à procura de um lugar melhor, encontrem a luz ao fim do túnel.
Pedro Ferreira, nº 15, 5ºC

Se eu fosse um refugiado o que levaria na minha mochila seria um par de sapatilhas, um par de calças, uma camisola, água oxigenada, pensos rápidos, um shampoo, um sabonete, um pacote de bolachas e as minhas poupanças porque assim tinha roupa, calçado, curativos, higiene, comida e dinheiro.
Tinha o que precisava para algum tempo.
Joana Sampaio Magalhães, nº6, 5ºD
E se fosse eu que precisasse de fugir da guerra levaria numa mochila uma manta para me aquecer nas noites, um pouco de alimentos para me alimentar, alguns medicamentos para quando apanhar alguma doença, uma fotografia da minha família para me recordar dos momentos que passei com ela, uma troca de roupa para não andar sempre com a mesma, um caderno, um lápis e uma borracha para escrever o que eu fiz dia a dia.
Ruben José Alves Fernandes, Nº 17, 5ºD
Se eu fosse refugiado o que é que levaria na minha mochila. Eu levaria um terço para rezar, uma fotografia da minha família para vê-la sempre que precisasse.
Alguma comida, roupas, cartas para jogar, algum dinheiro, um bloco de desenho, um livro para ler de forma a passar algum tempo.
Para além disso, um telemóvel e alguns medicamentos.
Pedro Moisés, nº14, 5ºD  
Eu levava o telemóvel e o carregador porque se eu quisesse falar com a minha família.
Também levava uma muda de roupa para não andar sempre com a mesma roupa.
Levava dinheiro para quando precisasse de comprar alguma coisa para ter.
Levava bolachas, levava um cachecol do Vitoria de Guimarães porque é o meu clube e também uma foto da família porque ela é tudo para nós.
Margarida Martins Freitas, nº11, 5ºC

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Dia Mundial da Criança




1 de junho de 2016











Luísa Ducla Soares explica, aos mais novos, o significado de alguns dos Direitos das Crianças como, entre outros, o direito a ter um nome, a uma educação, à protecção, o direito a ter uma família e a poder brincar.Mas a autora termina lembrando que as crianças têm também deveres.»



«Quando a cor azul da amizade unir as crianças de todo o mundo, uma ponte feita de arco-íris levará a todas elas um gesto de amor e conduzirá ao tesouro da harmonia e do bem-estar.  Partindo do texto da Declaração Universal dos Direitos da Criança este livro pretende contribuir para que os princípios nela consagrados sejam cada vez mais divulgados e reconhecidos a todas as crianças sem excepção alguma.»